O que é História Oral
A história oral é uma metodologia de pesquisa que consiste em realizar entrevistas gravadas com pessoas que podem testemunhar sobre acontecimentos, conjunturas, instituições, modos de vida ou outros aspectos da história contemporânea. Começou a ser utilizada nos anos 1950, após a invenção do gravador, nos Estados Unidos, na Europa e no México, e desde então difundiu-se bastante. Ganhou também cada vez mais adeptos, ampliando-se o intercâmbio entre os que a praticam: historiadores, antropólogos, cientistas políticos, sociólogos, pedagogos, teóricos da literatura, psicólogos e outros.
No Brasil, a metodologia foi introduzida na década de 1970, quando foi criado o Programa de História Oral do CPDOC. A partir dos anos 1990, o movimento em torno da história oral cresceu muito. Em 1994, foi criada a Associação Brasileira de História Oral, que congrega membros de todas as regiões do país, reúne-se periodicamente em encontros regionais e nacionais, e edita uma revista e um boletim. Dois anos depois, em 1996, foi criada a Associação Internacional de História Oral, que realiza congressos bianuais e também edita uma revista e um boletim. No mundo inteiro é intensa a publicação de livros, revistas especializadas e artigos sobre história oral. Há inúmeros programas e pesquisas que utilizam os relatos pessoais sobre o passado para o estudo dos mais variados temas.
As entrevistas de história oral são tomadas como fontes para a compreensão do passado, ao lado de documentos escritos, imagens e outros tipos de registro. Caracterizam-se por serem produzidas a partir de um estímulo, pois o pesquisador procura o entrevistado e lhe faz perguntas, geralmente depois de consumado o fato ou a conjuntura que se quer investigar. Além disso, fazem parte de todo um conjunto de documentos de tipo biográfico, ao lado de memórias e autobiografias, que permitem compreender como indivíduos experimentaram e interpretam acontecimentos, situações e modos de vida de um grupo ou da sociedade em geral. Isso torna o estudo da história mais concreto e próximo, facilitando a apreensão do passado pelas gerações futuras e a compreensão das experiências vividas por outros.
O trabalho com a metodologia de história oral compreende todo um conjunto de atividades anteriores e posteriores à gravação dos depoimentos. Exige, antes, a pesquisa e o levantamento de dados para a preparação dos roteiros das entrevistas. Quando a pesquisa é feita por uma instituição que visa a constituir um acervo de depoimentos aberto ao público, é necessário cuidar da duplicação das gravações, da conservação e do tratamento do material gravado. É o que faz o Programa de História Oral do CPDOC.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Enem terá ao menos duas edições por ano
Folha de S. Paulo
Objetivo é se adaptar ao calendário das federais que têm mais de um vestibular anual, segundo ministro da Educação
No primeiro semestre de 2010, a prova deve ocorrer entre março e abril; edição deste ano está marcada para 3 e 4 de outubro
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
DA REPORTAGEM LOCAL
O novo Enem, criado para substituir o vestibular nas universidades federais, terá pelo menos duas edições por ano, disse ontem o ministro Fernando Haddad (Educação).
A ideia é se adaptar ao calendário das universidades -algumas fazem mais de um vestibular por ano. A prova deste ano ocorrerá em outubro; a primeira de 2010, em março ou abril.
Há a possibilidade de o MEC promover mais de duas edições por ano, mas isso depende de orçamento, afirmou o ministro.
Até agora, 21 das 55 universidades federais anunciaram que vão aderir ao exame como única forma de seleção; sete não vão usar a prova neste ano.
Razões da mudança
O antigo Enem foi criado para o aluno se autoavaliar. Depois, passou a fazer parte do vestibular de faculdades e foi utilizado para comparar os desempenhos das escolas.
O ministério tem dois objetivos com a mudança: unificar a seleção de calouros para as federais e reestruturar o currículo do ensino médio.
O governo federal também entende que o modelo atual, em que cada universidade tem o seu vestibular, prejudica os estudantes com menor renda, que precisam se deslocar para diversas cidades.
Na nova modalidade, o número de questões passa de 63 para 200, mais a redação. Serão dois dias de prova.
As notas do Enem não terão validade limitada, já que o nível de dificuldade será sempre o mesmo. Um aluno pode, por exemplo, usar a nota de 2009 em uma seleção de 2011.
O novo exame é inspirado no modelo americano de seleção (SAT), que acontece sete vezes por ano. Ontem, o ministro apresentou a reitores das universidades a lista de conteúdos e habilidades exigidos na prova.
A ideia é que o novo Enem mantenha a maneira como as perguntas hoje são formuladas, privilegiando a capacidade de raciocínio em detrimento da memorização. A prova deverá ainda exigir um pouco mais de conteúdo informativo, mas sem decoreba.
A lista desses conteúdos será divulgada hoje no site do MEC. Segundo o ministro, ela corresponderá àquilo que já é ensinado hoje no ensino médio, até para que os estudantes não sejam prejudicados. "O aluno que se saía bem no vestibular tradicional vai se sair igualmente bem no novo Enem", afirmou.
Amaro Lins, presidente da Andifes (associação dos reitores das universidades federais), diz que na prova de matemática, por exemplo, será avaliada a capacidade de interpretação de gráficos e a ligação de disciplina com fenômenos do dia a dia.
Um simulado será divulgado pelo MEC nas próximas semanas. No exame, as 200 questões terão diferentes níveis de dificuldade. As mais complexas são fundamentais para permitir uma melhor seleção de alunos em carreiras mais concorridas, como medicina.análise
Em 400 anos, provas quase não mudaram
HÉLIO SCHWARTSMAN
DA REDAÇÃO
Apesar da revolução científica e de avanços na pedagogia, a noção de prova escolar sofreu muito poucas alterações desde sua criação pelos jesuítas quatro séculos atrás.
Tamanha estabilidade se justifica: o conceito funciona. Não é preciso mais do que fazer algumas perguntas aos alunos para distinguir aqueles que dominam a matéria dos que aprenderam pouco. Embora muitos tentem, é difícil enganar uma prova.
Mesmo testes de múltipla escolha, criticados por nove entre dez pedagogos, são bastante eficientes na hora de separar bons de maus alunos.
Estudo da Fuvest divulgado em 2005 mostrou que, se a segunda fase do exame (da qual constam as questões dissertativas) fosse eliminada, a relação final dos aprovados mudaria pouco, de 3% a 6%. Ou seja, em um curso com 50 vagas oferecidas, no máximo três vestibulandos que não estivessem entre os 50 mais bem posicionados nos testes da primeira etapa seriam aprovados por conta de seu desempenho nas respostas escritas.
Isso não significa que não haja vantagens em substituir os vestibulares pelo Enem. Elas existem e são muitas. As mais palpáveis são de ordem logística. O candidato a uma vaga no ensino superior não precisaria mais submeter-se a uma maratona de provas. Também seria poupado das múltiplas taxas de exame cobradas pelas universidades.
Igualmente interessante, o sistema de ensino superior ganharia mobilidade. Um aluno formado no Nordeste, por exemplo, munido de sua nota nacional teria melhores condições de pleitear vagas em instituições do Sudeste.
Outro efeito positivo tende a dar-se sobre a organização dos "curricula". Atualmente, são os principais vestibulares que, numa inversão de papéis, acabam definindo o que as escolas ensinam. Um colégio pode até querer ensinar linguística em vez de gramática prescritiva ou mecânica quântica no lugar de física newtoniana -posições em princípio justificáveis-, mas dificilmente o fará porque precisa responder à demanda de preparar seus alunos para o vestibular.
Se o novo Enem de fato ganhar aceitação e firmar-se como uma prova que valorize mais a capacidade de raciocínio do que a memorização de conteúdos, as escolas não precisariam desdobrar-se para cobrir toda a matéria exigida nos vestibulares. Reencontrariam, então, espaço para trabalhar melhor o que consideram ser suas prioridades e até para experimentar um pouco mais.
Objetivo é se adaptar ao calendário das federais que têm mais de um vestibular anual, segundo ministro da Educação
No primeiro semestre de 2010, a prova deve ocorrer entre março e abril; edição deste ano está marcada para 3 e 4 de outubro
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
DA REPORTAGEM LOCAL
O novo Enem, criado para substituir o vestibular nas universidades federais, terá pelo menos duas edições por ano, disse ontem o ministro Fernando Haddad (Educação).
A ideia é se adaptar ao calendário das universidades -algumas fazem mais de um vestibular por ano. A prova deste ano ocorrerá em outubro; a primeira de 2010, em março ou abril.
Há a possibilidade de o MEC promover mais de duas edições por ano, mas isso depende de orçamento, afirmou o ministro.
Até agora, 21 das 55 universidades federais anunciaram que vão aderir ao exame como única forma de seleção; sete não vão usar a prova neste ano.
Razões da mudança
O antigo Enem foi criado para o aluno se autoavaliar. Depois, passou a fazer parte do vestibular de faculdades e foi utilizado para comparar os desempenhos das escolas.
O ministério tem dois objetivos com a mudança: unificar a seleção de calouros para as federais e reestruturar o currículo do ensino médio.
O governo federal também entende que o modelo atual, em que cada universidade tem o seu vestibular, prejudica os estudantes com menor renda, que precisam se deslocar para diversas cidades.
Na nova modalidade, o número de questões passa de 63 para 200, mais a redação. Serão dois dias de prova.
As notas do Enem não terão validade limitada, já que o nível de dificuldade será sempre o mesmo. Um aluno pode, por exemplo, usar a nota de 2009 em uma seleção de 2011.
O novo exame é inspirado no modelo americano de seleção (SAT), que acontece sete vezes por ano. Ontem, o ministro apresentou a reitores das universidades a lista de conteúdos e habilidades exigidos na prova.
A ideia é que o novo Enem mantenha a maneira como as perguntas hoje são formuladas, privilegiando a capacidade de raciocínio em detrimento da memorização. A prova deverá ainda exigir um pouco mais de conteúdo informativo, mas sem decoreba.
A lista desses conteúdos será divulgada hoje no site do MEC. Segundo o ministro, ela corresponderá àquilo que já é ensinado hoje no ensino médio, até para que os estudantes não sejam prejudicados. "O aluno que se saía bem no vestibular tradicional vai se sair igualmente bem no novo Enem", afirmou.
Amaro Lins, presidente da Andifes (associação dos reitores das universidades federais), diz que na prova de matemática, por exemplo, será avaliada a capacidade de interpretação de gráficos e a ligação de disciplina com fenômenos do dia a dia.
Um simulado será divulgado pelo MEC nas próximas semanas. No exame, as 200 questões terão diferentes níveis de dificuldade. As mais complexas são fundamentais para permitir uma melhor seleção de alunos em carreiras mais concorridas, como medicina.análise
Em 400 anos, provas quase não mudaram
HÉLIO SCHWARTSMAN
DA REDAÇÃO
Apesar da revolução científica e de avanços na pedagogia, a noção de prova escolar sofreu muito poucas alterações desde sua criação pelos jesuítas quatro séculos atrás.
Tamanha estabilidade se justifica: o conceito funciona. Não é preciso mais do que fazer algumas perguntas aos alunos para distinguir aqueles que dominam a matéria dos que aprenderam pouco. Embora muitos tentem, é difícil enganar uma prova.
Mesmo testes de múltipla escolha, criticados por nove entre dez pedagogos, são bastante eficientes na hora de separar bons de maus alunos.
Estudo da Fuvest divulgado em 2005 mostrou que, se a segunda fase do exame (da qual constam as questões dissertativas) fosse eliminada, a relação final dos aprovados mudaria pouco, de 3% a 6%. Ou seja, em um curso com 50 vagas oferecidas, no máximo três vestibulandos que não estivessem entre os 50 mais bem posicionados nos testes da primeira etapa seriam aprovados por conta de seu desempenho nas respostas escritas.
Isso não significa que não haja vantagens em substituir os vestibulares pelo Enem. Elas existem e são muitas. As mais palpáveis são de ordem logística. O candidato a uma vaga no ensino superior não precisaria mais submeter-se a uma maratona de provas. Também seria poupado das múltiplas taxas de exame cobradas pelas universidades.
Igualmente interessante, o sistema de ensino superior ganharia mobilidade. Um aluno formado no Nordeste, por exemplo, munido de sua nota nacional teria melhores condições de pleitear vagas em instituições do Sudeste.
Outro efeito positivo tende a dar-se sobre a organização dos "curricula". Atualmente, são os principais vestibulares que, numa inversão de papéis, acabam definindo o que as escolas ensinam. Um colégio pode até querer ensinar linguística em vez de gramática prescritiva ou mecânica quântica no lugar de física newtoniana -posições em princípio justificáveis-, mas dificilmente o fará porque precisa responder à demanda de preparar seus alunos para o vestibular.
Se o novo Enem de fato ganhar aceitação e firmar-se como uma prova que valorize mais a capacidade de raciocínio do que a memorização de conteúdos, as escolas não precisariam desdobrar-se para cobrir toda a matéria exigida nos vestibulares. Reencontrariam, então, espaço para trabalhar melhor o que consideram ser suas prioridades e até para experimentar um pouco mais.
sábado, 9 de maio de 2009
Dicas de Leitura Maio 2009
"Vírus da gripe suína não é mais grave que o de gripe comum", diz especialista
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u563062.shtml
Brasil e Paraguai não fecham acordo sobre Itaipu
http://www.estadao.com.br/noticias/economia,brasil-e-paraguai-nao-fecham-acordo-sobre-itaipu-,367527,0.htm
América do Sul está preparada para a gripe, diz OMS
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,america-do-sul-esta-preparada-para-a-gripe--diz-oms,367663,0.htm
Mapa da gripe Suína
http://www.estadao.com.br/especiais/mapa-da-gripe-suina,56142.htm
"A cultura do Brasil é de degradação"
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2060/a-cultura-do-brasil-e-de-degradacao-ambientalista-diz-que-132804-1.htm
A energia que vem das estradas
Através de geradores, israelenses transformam o tráfego intenso de veículos em eletricidade
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2060/tecnologiaa-energia-que-vem-das-estradasatraves-de-geradores-israelenses-transformam-132839-1.htm
Gripe Suína -
http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2009/gripesuina/
África do Sul encerra apuração com vitória do partido governista; Zuma deve ser novo presidente
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u556208.shtml
Lula diz que não há crime em deputado levar mulher para Brasília com passagem da Câmara
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u559135.shtml
Justiça e PF iniciam operação para retirada de não índios da Raposa/Serra do Sol
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u559100.shtml "A cultura do Brasil é de degradação"
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2060/a-cultura-do-brasil-e-de-degradacao-ambientalista-diz-que-132804-1.htm
Gripe Suína -
http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2009/gripesuina/
África do Sul encerra apuração com vitória do partido governista; Zuma deve ser novo presidente
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u556208.shtml
Lula diz que não há crime em deputado levar mulher para Brasília com passagem da Câmara
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u559135.shtml
Justiça e PF iniciam operação para retirada de não índios da Raposa/Serra do Sol
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u559100.shtml
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u563062.shtml
Brasil e Paraguai não fecham acordo sobre Itaipu
http://www.estadao.com.br/noticias/economia,brasil-e-paraguai-nao-fecham-acordo-sobre-itaipu-,367527,0.htm
América do Sul está preparada para a gripe, diz OMS
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,america-do-sul-esta-preparada-para-a-gripe--diz-oms,367663,0.htm
Mapa da gripe Suína
http://www.estadao.com.br/especiais/mapa-da-gripe-suina,56142.htm
"A cultura do Brasil é de degradação"
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2060/a-cultura-do-brasil-e-de-degradacao-ambientalista-diz-que-132804-1.htm
A energia que vem das estradas
Através de geradores, israelenses transformam o tráfego intenso de veículos em eletricidade
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2060/tecnologiaa-energia-que-vem-das-estradasatraves-de-geradores-israelenses-transformam-132839-1.htm
Gripe Suína -
http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2009/gripesuina/
África do Sul encerra apuração com vitória do partido governista; Zuma deve ser novo presidente
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u556208.shtml
Lula diz que não há crime em deputado levar mulher para Brasília com passagem da Câmara
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u559135.shtml
Justiça e PF iniciam operação para retirada de não índios da Raposa/Serra do Sol
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u559100.shtml "A cultura do Brasil é de degradação"
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2060/a-cultura-do-brasil-e-de-degradacao-ambientalista-diz-que-132804-1.htm
Gripe Suína -
http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2009/gripesuina/
África do Sul encerra apuração com vitória do partido governista; Zuma deve ser novo presidente
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u556208.shtml
Lula diz que não há crime em deputado levar mulher para Brasília com passagem da Câmara
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u559135.shtml
Justiça e PF iniciam operação para retirada de não índios da Raposa/Serra do Sol
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u559100.shtml
domingo, 3 de maio de 2009
Gripe Espanhola - História
30/04/2009 - 08h24
Gripe de 1918 matou entre 20 milhões e 100 milhões no mundo; leia trecho de livro
da Folha Online
A "Gripe de 1918", também conhecida como "Gripe Espanhola", é apontada como a mais devastadora de todos os tempos. Historiadores estimam que o vírus matou entre 20 milhões e 100 milhões de pessoas em diversos países do mundo.
"Acabou tão misteriosamente como surgiu. E quando tudo estava terminado, a humanidade havia sido abalada por uma doença que em poucos meses tinha matado mais gente do que qualquer outra enfermidade na história do mundo", afirma a americana Gina Kolata, repórter especializada em ciências do New York Times e autora do livro "Gripe: A História da Pandemia de 1918" (Record, 2002).
No livro, a repórter americana conta a história da mortífera "Gripe de 1918", investiga sua origem e revela os erros e acertos dos homens que tentaram combatê-la.
Leia abaixo trecho de introdução do primeiro capítulo do livro.
Atenção: o texto reproduzido abaixo mantém a ortografia original do livro e não está atualizado de acordo com as regras do Novo Acordo Ortográfico. Conheça o livro "Escrevendo pela Nova Ortografia".
*
Logo a praga estava por toda parte. E ninguém estava a salvo. A doença afetou os jovens e saudáveis. Um dia você estava muito bem, forte e invulnerável. Podia estar ocupado, trabalhando em seu escritório. Ou talvez estivesse tricotando um cachecol para as tropas de bravos soldados que lutavam na guerra para acabar com todas as guerras. Ou talvez você fosse um soldado recebendo treinamento básico, pela primeira vez longe de casa e da família.
Divulgação
Capa do livro "Gripe: A História da Pandemia de 1918", de Gina Kolata
Você começava sentindo uma forte dor de cabeça. Seus olhos começavam a arder. Vinham os calafrios e você ia para a cama, enrolado em cobertores. Mas não havia nem manta nem cobertor que conseguisse aquecê-lo. Você adormecia sem repousar, delirando e tendo pesadelos à medida que a febre aumentava. E quando você começava a despertar, entrando num estado de semiconsciência, seus músculos doíam e sua cabeça latejava e, de alguma maneira, ficava sabendo aos poucos que, embora seu corpo gritasse debilmente "não", você caminhava para a morte. Isso podia durar alguns dias, ou algumas horas, mas nada podia deter o progresso da doença. Médicos e enfermeiras aprenderam a reconhecer os sinais. Seu rosto assumia um tom castanho arroxeado escuro. Você começava a tossir sangue. Seus pés ficavam pretos. Por último, quando o fim já estava próximo, você sentia uma terrível falta de ar. Uma saliva tingida de sangue saía de sua boca. Você morria --afogado, na verdade-- à medida que seus pulmões enchiam-se de um líquido avermelhado.
E quando fosse fazer a autópsia, o médico observaria que seus pulmões estavam pesados e encharcados em seu peito, saturados de um líquido sanguinolento ralo, inútil, como pequenos pedaços de fígado.
A praga de 1918 foi chamada de gripe, mas não era como nenhuma outra gripe já vista. Parecia mais a concentração de alguma profecia bíblica, algo como o Apocalipse, que dizia que o mundo seria primeiro assolado pela guerra, depois pela fome e, em seguida, com o rompimento do quarto selo do rolo de pergaminho prevendo o futuro, o aparecimento de um cavalo, "amarelo-pálido; o que estava montado nele tinha por nome Morte e seguia-o o Inferno".
A praga irrompeu em setembro daquele ano e, ao terminar, meio milhão de americanos haviam morrido. A doença espalhou-se às partes mais remotas do globo. Alguns povoados esquimós foram dizimados, praticamente eliminados da face da terra. Vinte por cento dos habitantes da Samoa Ocidental pereceram. E onde quer que atacasse, o vírus infectava um grupo normalmente de pequeno risco - jovens adultos que em geral são poupados da devastação das doenças infecciosas. As curvas de mortalidade tinham a forma de "W", com picos para os bebês e crianças com menos de 5 anos, para os mais velhos na faixa de 70 a 74 anos e para pessoas de 20 a 40 anos de idade.
Crianças tornavam-se órfãs, famílias eram destruídas. Alguns sobreviventes diziam ter sido algo tão horrível que não queriam sequer falar no assunto. Outros tentavam interpretá-la como mais um pesadelo da guerra, assim como a luta nas trincheiras e o gás mostarda. Ela veio quando o mundo estava cansado da guerra. Varreu o globo em meses e, junto com a guerra, se foi. Acabou tão misteriosamente como surgiu. E quando tudo estava terminado, a humanidade havia sido abalada por uma doença que em poucos meses tinha matado mais gente do que qualquer outra enfermidade na história do mundo.
Quando pensamos em pragas, imaginamos terríveis e estranhas doenças. Aids. Ebola. Esporos de Antraz. E, naturalmente, a Peste Negra. Preocupamo-nos com sintomas horripilantes --pústulas ou golfadas de sangue saindo por todos os orifícios. Ou homens jovens, que tinham o físico de deuses olímpicos, reduzidos a figuras esqueléticas, cambaleando pelas ruas com seus membros raquíticos, apoiando-se em bengalas, tiritando de frio. Hoje nossa preocupação é a guerra biológica - um novo vírus feito de uma combinação de varíola e antraz ou varíola e Ebola. Ou nos preocupamos com a possibilidade de uma nova doença terrível estar sendo incubada em algum lugar, em uma região quente, e estar sendo preparada, com a destruição de antigas florestas, para de repente surgir e matar a todos nós.
Mas a gripe jamais figura na lista das pragas letais. Ela parece ser inócua. Aparece no inverno e todos a contraem mais cedo ou mais tarde. Uma vez que alguém adoece, não existe um tratamento eficiente, mas isso não importa. Praticamente todo mundo fica bem novamente, muito poucos não se recuperam. Trata-se apenas de uma doença inconveniente, que inflige, em geral, cerca de uma semana de sofrimento. Não se supõe que gripe seja uma doença letal, pelo menos para adultos jovens, que têm poucas razões para temer a morte e as enfermidades. O próprio nome em inglês e em italiano, influenza, insinua sua característica de aparecer periodicamente a cada inverno. Influenza é uma palavra italiana que, sendo uma hipótese, foi cunhada pelas vítimas da doença na Itália em meados do século XVIII. Influenza di freddo significa "influência do frio".
A gripe parece ser entretanto inevitável. Ela se dissemina pelo ar e pouco pode ser feito para evitar que sejamos infectados. "Eu sei como contrair Aids", diz Alfred W. Crosby, um historiador da gripe de 1918. "E não sei como pegar gripe."
E talvez porque a gripe seja tão familiar, o terror que provocou em 1918 foi muito assustador. É como uma história macabra de ficção científica em que o que é comum torna-se monstruoso. Quando a doença foi observada pela primeira vez, os médicos relutaram mesmo em chamá-la de gripe. Parecia ser uma nova doença, diziam eles. Alguns chamaram-na de broncopneumonia, outros de infecção respiratória epidêmica. Alguns médicos sugeriram que poderia ser cólera ou tifo, ou talvez dengue ou botulismo. Outros diziam ainda que era simplesmente uma doença pandêmica não-identificada. Os que usavam o termo "gripe" insistiam em colocá-lo entre aspas.
Uma forma de se contar a história da gripe de 1918 é através de fatos e imagens, uma coleção de dados de impacto é entorpecedor e de magnitude quase inconcebível. Quantos adoeceram? Mais de 25 por cento da população dos Estados Unidos. O que se passou com os que prestavam serviço militar, aqueles rapazes jovens e saudáveis que foram os alvos favoritos do vírus? A Marinha informou que 40 por cento de seus membros contraíram a gripe em 1918. O Exército estimava que cerca de 36 por cento de seus membros foram atacados. Quantos morreram no mundo todo? As estimativas vão de 20 a mais de 100 milhões, mas o número verdadeiro jamais poderá ser conhecido. Muitos lugares atacados pela gripe não apresentam estatísticas de mortalidade e, mesmo em países como os Estados Unidos, os esforços para registrar as mortes pela gripe foram complicados pelo fato de naquela época não haver um exame definitivo que realmente mostrasse que uma pessoa tinha a gripe.
E além disso a baixa estimativa do número de óbitos é surpreendente. Em comparação, a Aids matou 11,7 milhões de pessoas em 1997. A Primeira Guerra Mundial foi responsável por 9,2 milhões de mortes em combate e por um total de cerca de 15 milhões de mortes. A Segunda Guerra por 15,9 mortes em combate. O historiador Crosby chama a atenção para o fato de que, qualquer que seja o número exato de baixas ocasionadas pela gripe de 1918, uma coisa é indiscutível: o vírus "matou mais seres humanos do que qualquer outra doença num período de mesma duração na história mundial".
*
"Gripe: A História da Pandemia de 1918"
Autor: Gina Kolata
Gripe de 1918 matou entre 20 milhões e 100 milhões no mundo; leia trecho de livro
da Folha Online
A "Gripe de 1918", também conhecida como "Gripe Espanhola", é apontada como a mais devastadora de todos os tempos. Historiadores estimam que o vírus matou entre 20 milhões e 100 milhões de pessoas em diversos países do mundo.
"Acabou tão misteriosamente como surgiu. E quando tudo estava terminado, a humanidade havia sido abalada por uma doença que em poucos meses tinha matado mais gente do que qualquer outra enfermidade na história do mundo", afirma a americana Gina Kolata, repórter especializada em ciências do New York Times e autora do livro "Gripe: A História da Pandemia de 1918" (Record, 2002).
No livro, a repórter americana conta a história da mortífera "Gripe de 1918", investiga sua origem e revela os erros e acertos dos homens que tentaram combatê-la.
Leia abaixo trecho de introdução do primeiro capítulo do livro.
Atenção: o texto reproduzido abaixo mantém a ortografia original do livro e não está atualizado de acordo com as regras do Novo Acordo Ortográfico. Conheça o livro "Escrevendo pela Nova Ortografia".
*
Logo a praga estava por toda parte. E ninguém estava a salvo. A doença afetou os jovens e saudáveis. Um dia você estava muito bem, forte e invulnerável. Podia estar ocupado, trabalhando em seu escritório. Ou talvez estivesse tricotando um cachecol para as tropas de bravos soldados que lutavam na guerra para acabar com todas as guerras. Ou talvez você fosse um soldado recebendo treinamento básico, pela primeira vez longe de casa e da família.
Divulgação
Capa do livro "Gripe: A História da Pandemia de 1918", de Gina Kolata
Você começava sentindo uma forte dor de cabeça. Seus olhos começavam a arder. Vinham os calafrios e você ia para a cama, enrolado em cobertores. Mas não havia nem manta nem cobertor que conseguisse aquecê-lo. Você adormecia sem repousar, delirando e tendo pesadelos à medida que a febre aumentava. E quando você começava a despertar, entrando num estado de semiconsciência, seus músculos doíam e sua cabeça latejava e, de alguma maneira, ficava sabendo aos poucos que, embora seu corpo gritasse debilmente "não", você caminhava para a morte. Isso podia durar alguns dias, ou algumas horas, mas nada podia deter o progresso da doença. Médicos e enfermeiras aprenderam a reconhecer os sinais. Seu rosto assumia um tom castanho arroxeado escuro. Você começava a tossir sangue. Seus pés ficavam pretos. Por último, quando o fim já estava próximo, você sentia uma terrível falta de ar. Uma saliva tingida de sangue saía de sua boca. Você morria --afogado, na verdade-- à medida que seus pulmões enchiam-se de um líquido avermelhado.
E quando fosse fazer a autópsia, o médico observaria que seus pulmões estavam pesados e encharcados em seu peito, saturados de um líquido sanguinolento ralo, inútil, como pequenos pedaços de fígado.
A praga de 1918 foi chamada de gripe, mas não era como nenhuma outra gripe já vista. Parecia mais a concentração de alguma profecia bíblica, algo como o Apocalipse, que dizia que o mundo seria primeiro assolado pela guerra, depois pela fome e, em seguida, com o rompimento do quarto selo do rolo de pergaminho prevendo o futuro, o aparecimento de um cavalo, "amarelo-pálido; o que estava montado nele tinha por nome Morte e seguia-o o Inferno".
A praga irrompeu em setembro daquele ano e, ao terminar, meio milhão de americanos haviam morrido. A doença espalhou-se às partes mais remotas do globo. Alguns povoados esquimós foram dizimados, praticamente eliminados da face da terra. Vinte por cento dos habitantes da Samoa Ocidental pereceram. E onde quer que atacasse, o vírus infectava um grupo normalmente de pequeno risco - jovens adultos que em geral são poupados da devastação das doenças infecciosas. As curvas de mortalidade tinham a forma de "W", com picos para os bebês e crianças com menos de 5 anos, para os mais velhos na faixa de 70 a 74 anos e para pessoas de 20 a 40 anos de idade.
Crianças tornavam-se órfãs, famílias eram destruídas. Alguns sobreviventes diziam ter sido algo tão horrível que não queriam sequer falar no assunto. Outros tentavam interpretá-la como mais um pesadelo da guerra, assim como a luta nas trincheiras e o gás mostarda. Ela veio quando o mundo estava cansado da guerra. Varreu o globo em meses e, junto com a guerra, se foi. Acabou tão misteriosamente como surgiu. E quando tudo estava terminado, a humanidade havia sido abalada por uma doença que em poucos meses tinha matado mais gente do que qualquer outra enfermidade na história do mundo.
Quando pensamos em pragas, imaginamos terríveis e estranhas doenças. Aids. Ebola. Esporos de Antraz. E, naturalmente, a Peste Negra. Preocupamo-nos com sintomas horripilantes --pústulas ou golfadas de sangue saindo por todos os orifícios. Ou homens jovens, que tinham o físico de deuses olímpicos, reduzidos a figuras esqueléticas, cambaleando pelas ruas com seus membros raquíticos, apoiando-se em bengalas, tiritando de frio. Hoje nossa preocupação é a guerra biológica - um novo vírus feito de uma combinação de varíola e antraz ou varíola e Ebola. Ou nos preocupamos com a possibilidade de uma nova doença terrível estar sendo incubada em algum lugar, em uma região quente, e estar sendo preparada, com a destruição de antigas florestas, para de repente surgir e matar a todos nós.
Mas a gripe jamais figura na lista das pragas letais. Ela parece ser inócua. Aparece no inverno e todos a contraem mais cedo ou mais tarde. Uma vez que alguém adoece, não existe um tratamento eficiente, mas isso não importa. Praticamente todo mundo fica bem novamente, muito poucos não se recuperam. Trata-se apenas de uma doença inconveniente, que inflige, em geral, cerca de uma semana de sofrimento. Não se supõe que gripe seja uma doença letal, pelo menos para adultos jovens, que têm poucas razões para temer a morte e as enfermidades. O próprio nome em inglês e em italiano, influenza, insinua sua característica de aparecer periodicamente a cada inverno. Influenza é uma palavra italiana que, sendo uma hipótese, foi cunhada pelas vítimas da doença na Itália em meados do século XVIII. Influenza di freddo significa "influência do frio".
A gripe parece ser entretanto inevitável. Ela se dissemina pelo ar e pouco pode ser feito para evitar que sejamos infectados. "Eu sei como contrair Aids", diz Alfred W. Crosby, um historiador da gripe de 1918. "E não sei como pegar gripe."
E talvez porque a gripe seja tão familiar, o terror que provocou em 1918 foi muito assustador. É como uma história macabra de ficção científica em que o que é comum torna-se monstruoso. Quando a doença foi observada pela primeira vez, os médicos relutaram mesmo em chamá-la de gripe. Parecia ser uma nova doença, diziam eles. Alguns chamaram-na de broncopneumonia, outros de infecção respiratória epidêmica. Alguns médicos sugeriram que poderia ser cólera ou tifo, ou talvez dengue ou botulismo. Outros diziam ainda que era simplesmente uma doença pandêmica não-identificada. Os que usavam o termo "gripe" insistiam em colocá-lo entre aspas.
Uma forma de se contar a história da gripe de 1918 é através de fatos e imagens, uma coleção de dados de impacto é entorpecedor e de magnitude quase inconcebível. Quantos adoeceram? Mais de 25 por cento da população dos Estados Unidos. O que se passou com os que prestavam serviço militar, aqueles rapazes jovens e saudáveis que foram os alvos favoritos do vírus? A Marinha informou que 40 por cento de seus membros contraíram a gripe em 1918. O Exército estimava que cerca de 36 por cento de seus membros foram atacados. Quantos morreram no mundo todo? As estimativas vão de 20 a mais de 100 milhões, mas o número verdadeiro jamais poderá ser conhecido. Muitos lugares atacados pela gripe não apresentam estatísticas de mortalidade e, mesmo em países como os Estados Unidos, os esforços para registrar as mortes pela gripe foram complicados pelo fato de naquela época não haver um exame definitivo que realmente mostrasse que uma pessoa tinha a gripe.
E além disso a baixa estimativa do número de óbitos é surpreendente. Em comparação, a Aids matou 11,7 milhões de pessoas em 1997. A Primeira Guerra Mundial foi responsável por 9,2 milhões de mortes em combate e por um total de cerca de 15 milhões de mortes. A Segunda Guerra por 15,9 mortes em combate. O historiador Crosby chama a atenção para o fato de que, qualquer que seja o número exato de baixas ocasionadas pela gripe de 1918, uma coisa é indiscutível: o vírus "matou mais seres humanos do que qualquer outra doença num período de mesma duração na história mundial".
*
"Gripe: A História da Pandemia de 1918"
Autor: Gina Kolata
sexta-feira, 1 de maio de 2009
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segunda-feira, 27 de abril de 2009
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Dicas de Leitura !!
A aposentadoria do Hubble
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2058/artigo131888-1.htm
As ossadas do Araguaia
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2058/as-ossadas-do-araguaia-a-espera-de-identificacao-ha-quase-131879-1.htm
As bombas químicas de Israel
http://www.clubemundo.com.br/ver.asp
Morales vai fazer novo censo se eleições de 6 dezembro forem garantidas
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u549409.shtml
Irã saúda diálogo nuclear com potências mundiais, diz TV
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u549757.shtml
Obama envia mensagem ao Irã propondo um "novo começo"
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u537701.shtml
Coreia do Norte não colocou satélite em órbita, afirma Exército russo
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u546460.shtml
Coreia do Norte alegou satélite para atirar míssil no Japão em 1998; veja cronologia
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u546180.shtml
Coréia: Quem dividiu?
http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=162
Obama pede parceria com muçulmanos contra Al Qaeda
http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u546662.shtml
Obama amplia guerra do Afeganistão para Paquistão e promete destruir "câncer" da Al Qaeda
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u541483.shtml
Rússia e China barram tentativa dos EUA de punir Coreia do Norte por foguete
http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u546969.shtml
Agência Standard & Poor's mantém nota do Brasil como "grau de investimento"
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u546766.shtmlOtan 60 anos
Aliança militar é família disfuncional
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft0304200914.htm
“A crise financeira global vai redefinir radicalmente a sociedade em que vivemos”
Entrevista com Anthony Giddens
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs2903200906.htm
Amazônia é menos protegida no Brasil
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2903200910.htm
Plano dos EUA prevê US$ 500 bilhões e parceria privada para ajudar bancos
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u538993.shtml
Vice Americano rebate discurso de Lula sobre a crise
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft2903200905.htm
Entenda a Operação Castelo de Areia
Corregedoria vai investigar suposta doação irregular da Camargo Corrêa a senadores
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u541085.shtml
Camargo Corrêa doou R$ 30 mi a partidos desde 2002
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u540899.shtml
Plano de Lula prevê R$ 34 bi para habitação
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi2603200902.htm
México : Acordo de livre comércio fracassou para o país
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft2603200902.htm
Governo dos EUA assume risco de papéis tóxicos
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi2403200902.htm
OMC : Comércio global terá maior queda desde Segunda Guerra
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi2403200913.htm
Relatórios da ONU apontam abusos de Israel em Gaza
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft2403200905.htm
Atualidade é pretexto para questões - Folha de S.Paulo
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u17991.shtml
Para vestibulandos, geografia da Fuvest "pegou pesado" em temas de atualidades
http://vestibular.uol.com.br/ultnot/2009/01/06/ult798u24398.jhtm
Fique atento para as atualidades no vestibular
http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?id=4863
Corregedoria vai investigar suposta doação irregular da Camargo Corrêa a senadores
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u541085.shtml
STF mantém demarcação contínua de reserva e determina saída de não índios
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u537492.shtml
STF impõe 19 condições para manter demarcação contínua de terra de reserva; veja quais
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u537403.shtml
Banco Central corta juros em 1,5 ponto e reduz taxa para 11,25% ao ano
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u532931.shtml
Lula: Brasil e Alemanha já deveriam estar no CS da ONU
http://www.estadao.com.br/nacional/not_nac172688,0.htm
O Tratado de Lisboa, à revelia dos povos
http://diplo.uol.com.br/2007-12,a2081
Charge compara Obama a macaco e causa ira na imprensa internacional
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u506527.shtml
ONU diz que é preciso investigar irregularidades em Guantánamo
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u493793.shtml
Bush abriu portas do Conselho de Segurança ao Brasil, diz embaixador
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u489717.shtml
no folhaonline
O Brasil e a MINUSTAH
www.ndu.edu/chds/Journal/PDF/2005/Diniz_article-edited.pdf -
A União Européia à deriva
http://www.clubemundo.com.br/noticia_show.asp?id=852&prod=1
Capitalismo só existe no terceiro mundo Noam Chonsky
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2051/capitalismo-so-existe-no-terceiro-mundo-intelectual-americano-critica-protecionismo-127063-1.htm
Crítica da Igreja é chocante, afirma ministro da Saúde
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u529906.shtml
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2058/artigo131888-1.htm
As ossadas do Araguaia
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2058/as-ossadas-do-araguaia-a-espera-de-identificacao-ha-quase-131879-1.htm
As bombas químicas de Israel
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Morales vai fazer novo censo se eleições de 6 dezembro forem garantidas
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Irã saúda diálogo nuclear com potências mundiais, diz TV
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Obama envia mensagem ao Irã propondo um "novo começo"
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Coreia do Norte não colocou satélite em órbita, afirma Exército russo
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Coreia do Norte alegou satélite para atirar míssil no Japão em 1998; veja cronologia
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u546180.shtml
Coréia: Quem dividiu?
http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=162
Obama pede parceria com muçulmanos contra Al Qaeda
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Obama amplia guerra do Afeganistão para Paquistão e promete destruir "câncer" da Al Qaeda
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Rússia e China barram tentativa dos EUA de punir Coreia do Norte por foguete
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Agência Standard & Poor's mantém nota do Brasil como "grau de investimento"
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Aliança militar é família disfuncional
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“A crise financeira global vai redefinir radicalmente a sociedade em que vivemos”
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Plano dos EUA prevê US$ 500 bilhões e parceria privada para ajudar bancos
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Vice Americano rebate discurso de Lula sobre a crise
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Entenda a Operação Castelo de Areia
Corregedoria vai investigar suposta doação irregular da Camargo Corrêa a senadores
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Camargo Corrêa doou R$ 30 mi a partidos desde 2002
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Plano de Lula prevê R$ 34 bi para habitação
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México : Acordo de livre comércio fracassou para o país
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Governo dos EUA assume risco de papéis tóxicos
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OMC : Comércio global terá maior queda desde Segunda Guerra
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Relatórios da ONU apontam abusos de Israel em Gaza
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Atualidade é pretexto para questões - Folha de S.Paulo
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Para vestibulandos, geografia da Fuvest "pegou pesado" em temas de atualidades
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STF mantém demarcação contínua de reserva e determina saída de não índios
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STF impõe 19 condições para manter demarcação contínua de terra de reserva; veja quais
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Banco Central corta juros em 1,5 ponto e reduz taxa para 11,25% ao ano
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Lula: Brasil e Alemanha já deveriam estar no CS da ONU
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O Tratado de Lisboa, à revelia dos povos
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Bush abriu portas do Conselho de Segurança ao Brasil, diz embaixador
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no folhaonline
O Brasil e a MINUSTAH
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A União Européia à deriva
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Capitalismo só existe no terceiro mundo Noam Chonsky
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